Por adesão via Qualicorp
Maior administradora do país, com produtos de praticamente todas as operadoras. Boa opção para profissionais com registro em conselho.
Adesão, MEI ou empresarial: comparamos os três caminhos com preço, rede e reajuste para o seu perfil. Acesso a Bradesco, SulAmérica, Amil, Porto, NotreDame e Omint.
O profissional autônomo em São Paulo enfrenta um dilema clássico ao buscar plano de saúde: o produto individual ficou cada vez mais caro, com poucas opções de rede premium, enquanto o empresarial e o por adesão se tornaram a escolha racional para mais de 90% dos autônomos que atendemos. A diferença de mensalidade entre individual e empresarial chega a 40% para o mesmo nível de rede.
Existem dois caminhos principais para o autônomo acessar o preço empresarial: abrir um MEI (Microempreendedor Individual) e contratar plano coletivo a partir de 2 vidas, ou ingressar em um plano por adesão via administradora (Qualicorp, Allcare, Aliança Saúde, Affix) ligada à entidade de classe da sua profissão. Cada caminho tem vantagens — escolher o errado pode custar milhares de reais ao longo de poucos anos.
O plano por adesão é uma modalidade coletiva intermediada por administradora de benefícios. Você se vincula a uma entidade de classe (OAB, CRM, CREA, sindicato, associação profissional, conselhos diversos) e contrata através de uma administradora que negocia preços coletivos com a operadora. A mensalidade inclui uma pequena taxa de associação.
Faz sentido para profissionais com registro em conselho ou vínculo claro a categoria (advogados, médicos, engenheiros, arquitetos, contadores, jornalistas, professores etc.). O preço inicial costuma ser excelente, e algumas entidades têm produtos exclusivos com rede premium. Em compensação, alguns planos por adesão têm histórico de reajustes mais agressivos — por isso ajudamos a escolher entidades e produtos com melhor estabilidade.
Abrir um MEI (gratuito, online, leva 10 minutos) é o caminho mais usado por autônomos que não têm vínculo com entidade de classe ou que querem acesso a um leque maior de operadoras. Com o CNPJ ativo, basta esperar de 0 a 6 meses (varia por operadora) e contratar um plano coletivo empresarial.
Vantagens: variedade muito maior de produtos, possibilidade de incluir cônjuge/filhos como dependentes, contratos com reajustes mais previsíveis em operadoras como Bradesco, SulAmérica e Porto. Desvantagens: obrigação de pagar o DAS-MEI mensal (~R$ 70) e cumprir as obrigações simples do MEI (declaração anual, emissão de notas quando aplicável). Para a maioria, o trade-off compensa amplamente.
Maior administradora do país, com produtos de praticamente todas as operadoras. Boa opção para profissionais com registro em conselho.
Administradoras com produtos competitivos e atendimento mais personalizado. Indicadas para categorias específicas.
Acesso ao preço coletivo a partir de 2 vidas, com o leque completo de operadoras e produtos do mercado.
Mensalidade mais baixa, com cobertura focada na capital paulista. Boa opção de entrada para autônomos jovens.
Conforto e cobertura em todo o país. Padrão executivo, ideal para autônomos que viajam a trabalho.
Acesso a Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz. Para autônomos de alta renda ou que priorizam excelência clínica.
Reajustes equilibrados e ampla aceitação pelas administradoras de adesão. Forte em apartamento nacional.
Rede credenciada de altíssima qualidade, com produtos por adesão e empresariais competitivos.
Variedade de produtos do regional ao nacional premium. Boa capilaridade fora de SP também.
Atendimento diferenciado, com benefícios extras (dental, descontos em medicamentos, sorteios).
Excelente custo-benefício para autônomos que aceitam rede própria, sem perder qualidade.
Boutique de saúde premium, indicada para autônomos de alta renda que valorizam atendimento exclusivo.
Comparamos individual × adesão × MEI para o seu perfil específico, com simulação de custo em 5 anos.
Nossa remuneração vem da operadora. Você recebe a comparação completa sem pagar nada.
Cuidamos do processo de portabilidade do plano anterior, sem perder o tempo já cumprido.
Conhecemos cada administradora, cada entidade de classe e cada operadora — orientamos pela opção realmente mais vantajosa.
Cuidamos do contrato durante toda a vigência: reajustes, portabilidade, dúvidas e autorizações.
Avaliamos anualmente se vale a pena manter ou migrar, sem deixar você refém de reajustes abusivos.
Sim, por duas vias: (1) abrindo um MEI (mais simples e rápido) e contratando plano coletivo a partir de 2 vidas, ou (2) via plano por adesão através de uma administradora (Qualicorp, Allcare, Aliança Saúde) ligada à sua categoria profissional.
Adesão exige vínculo com entidade de classe (OAB, CRM, CREA, sindicato, etc.) e geralmente tem preço menor. MEI exige CNPJ ativo e dá acesso a mais operadoras. Em muitos casos, o MEI sai mais barato no longo prazo por ter reajustes melhores.
Não obrigatoriamente em conselho. Existem entidades de classe que cobrem profissões liberais, técnicas e até categorias gerais como 'empreendedores' ou 'profissionais autônomos'. Avaliamos qual entidade tem a melhor relação custo-benefício para o seu caso.
Em 9 a cada 10 casos, o empresarial (via MEI ou adesão) é mais vantajoso: mensalidade menor, rede igual ou maior e mesmas regras de carência ANS. O individual só compensa quando há restrições específicas, como impossibilidade de comprovar vínculo categórico.
Para um adulto de 30 anos, planos empresariais começam em torno de R$ 280/mês (enfermaria regional) e podem chegar a R$ 1.500/mês (premium nacional com Einstein/Sírio). A faixa etária e a operadora são os maiores determinantes.
Sim, via portabilidade de carências regulada pela ANS, desde que o plano anterior tenha sido contratado há mais de 2 anos (ou 3 anos para CPT) e esteja em dia. Cuidamos do processo de portabilidade sem custo.
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